no mês de janeiro,
és como luz
em um grande nevoeiro.
És meu poema de amor,
meu grito de dor,
meu sangue amargo,
e até mesmo um sorriso largo.
És desalinho em casamento,
és um beijo e um abraço,
és aperto mesmo quando há espaço,
meu amor no mês março.
És chuva sem trovão,
relâmpago e clarão.
Mas abra-me a porta,
pois quem bate é o coração.
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